Comunicação social no seu pior: os concelhos do Costa segundo o Jornal de Negócios

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Spread the love          Quando lemos um jornal e damos de caras com uma notícia cujo o autor é o director da publicação, temos tendência a dar-lhe mais importância, já que estamos a falar do seu nome mais relevante. Pessoalmente, vejo o director de uma publicação como o bastião da integridade e objetividade, alguém que garante que eventuais lapsos dos colegas jornalistas sejam detetados antes de chegarem aos olhos dos leitores. O problema ocorre quando se verifica o contrário: é o diretor da publicação que lidera o enviesamento e a falta de objetividade, factores determinantes do código deontológico do jornalista, e objectivamente leva a publicação por um caminho onde deixa de informar para seguir uma determinada doutrina política ou financeira. Para o caso de hoje temos uma notícia (não um artigo de opinião) do Jornal de Negócios sobre algo que António Costa disse sobre o orçamento de estado para 2016. Parafraseando, António Costa recomendou ao portugueses que se não quiserem custear o aumento de impostos presentes no orçamento de 2016, deviam deixar de fumar e andar mais de transportes públicos. A estas palavras seguiu-se um furor nas redes sociais, furor tal que não se tinha visto nem quando Passos Coelho recomendou aos …