Vendas de veículos de Novembro: um em cada seis carros vendidos são eléctricos ou plug-in.

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Mais um mês de angustia sobre a Covid-19, mas para muitos portugueses, mesmo aqueles que estão em tele trabalho, o carro ainda é uma necessidade. Ir às compras, levar as crianças à escola, para a maior parte destes percursos, o carro é uma necessidade. E de facto, numa altura em que tipicamente a venda de carros desce, apenas foram vendidos menos 1500 carros que em Janeiro passado. Os 14627 veículos vendidos em Novembro colocam este mês no 3º mês com maiores vendas desde o fatídico mês de Março. As vendas do mês de Novembro refletem uma ligeira descida face ao mês anterior, o que é um efeito normal do mercado português, onde as vendas de veículos novos sofrem um abrandamento no final de cada ano. Este efeito tem várias causas: Efeito psicológico do novo ano de matricula Pausa para entrada em vigor de novas medidas ficais Adiamento das entregas por parte das marcas, de veículos menos poluentes, de forma a serem registados no contingente do ano seguinte. De qualquer forma, esta redução não se verificou de igual forma em todas as motorizações. Verificou-se de forma ligeira nos motores a diesel, e de uma forma muito acentuada nos motores a gasolina. …

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Quando os juízes decidem fazer de peritos. Edição SARS-COV2

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Já há alguns meses que os nossos tribunais não merecem a nossa atenção. Desde Janeiro, leia-se… Mas eis que alguns doutos juízes desembargadores decidiram tomar o testemunho de Neto de Moura, perdão, agora Joaquim Moura, e elevarem-se a peritos virulogistas. Vamos ao caso em concreto. Foi entregue um pedido de habeas corpus de uns turistas alemães a visitar os açores, onde entre eles foi detectado um infectado com SARS-COV2. Este pedido foi aceite pelo tribunal, tendo sido alvo de recurso pelo ministério público, resultando neste acordão. Ora, são conhecidos os problemas legais e constitucionais da obrigação de permanência da habitação, quando decretada pelas autoridades de saúde. É essa a principal razão pela qual constitucionalistas insistem na necessidade de rever o quadro legal que suporta tal medida de saúde publica. E tudo estaria bem se os doutos juízes estivessem ficado por aí. Na matéria em que são peritos. Mas não ficaram. Depois da análise puramente jurídica sobre o tema, decidam fazer uma análise científica sobre a eficácia dos testes de detecção do SARS-COV2, nomeadamente do teste RT-PCR. O que até seria de todo legítima, se tivessem sido consultados peritos sobre o tema.E aqui os doutos juízes decidiram tornar-se peritos sobre virologia. …

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Outubro: mais dois máximos: total de veículos eléctricos e plug-in

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Mais um mês volvido sob o manto da COVID-19, mas como o primeiro ministro diz agora, “o país não pode parar outra vez”, e o mercado automóvel de facto não parou. Outubro foi terceiro melhor mês do ano, logo depois de Fevereiro e Julho, com 16156 veículos ligeiros de passageiros entregues. Logo aqui, saltam à vista algumas novidades: nunca foram vendidos tantos veículos plug-in, quer na sua totalidade, quer em cada uma das suas versões. Foram vendidos 1433 veículos plug-in, correspondendo a 1215 unidades plug-in com motor a gasolina e 218 plug-in com motor a gasóleo, todos da Mercedes. Se somarmos as vendas dos PHEVs aos 618 EVs, um valor que fica na média do ano, obtemos 2051 veículos que conseguem ser alimentados por electricidade. Considerando que o mês foi no geral positivo, será que as vendas record dos veículos electivos corresponderam à continuação do movimento de electrificação do mercado ? De facto assim aconteceu. A quota de mercado dos veículos plug-in atingiu o valor record de 8.87%, que somando aos 3.83% dos EVs obtêm-se uma quota global de 12.69%, um valor apenas superado pelo atingido no estranho mês de Abril. O mês de outubro trouxe no entanto outras novidades. …

Como Portugal se compara com o resto da Europa na segunda vaga?

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Pode parecer estranho para quem tiver memória curta, que se discuta agora a declaração do estado de emergência, quando foi extensivamente elogiado o comportamento português na primeira vaga. De facto, pode estar a dar-se o caso de que Portugal, tendo superado a primeira vaga melhor que qualquer outro país a oeste da República Checa, esteja agora na lista dos piores da Europa. Pode, mas também podemos aferir se é esse o caso. O ponto de partida é como Portugal se compara com a Europa como um todo, e já agora, em comparação com o resto do mundo. Aqui os resultados são claros: desde Julho que Portugal tem tido uma média de infecções consecutivamente inferior à média Europeia, excepto nos últimos dois dias. Sobre estes últimos dois dias teremos de ver se se trata do efeito do facto de que Espanha não actualizou os valores nos últimos 2 dias. No resto do mundo, a imagem é bastante nebulosa. A pandemia parece não ter afetado África, apesar de ter feito 19 000 mortos só na África do Sul, o que pode ser simplesmente explicado pela grande falta de testes e detecção das fatalidades causas pela pandemia. De forma diferente, na Ásia e …

A partir daqui é sempre a descer, mas uma localidade já tem 3% da população infectada.

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Já ninguém questiona que a segunda vaga chegou a Portugal. Tal como o que aconteceu na primeira vaga, A segunda chegou a Portugal com algumas semanas de atraso. Mas isso será objecto de outra publicação. Desta vez vamos apenas focar em Portugal. Olhando apenas para os números absolutos, Portugal atingiu consecutivamente nas últimas 3 semanas valores acima dos registados em Abril. Curiosamente, observa-se exactamente o mesmo padrão da primeira vaga: uma propagação galopante na região Norte, e uma subida mais ligeira da região de Lisboa e Vale do Tejo. Nas restantes regiões do país, as subidas são claras mas menos pronunciadas. Mas estes valores têm de ser tratados com cuidado. Em particular na possibilidade muito real, de que em Abril, os números de casos tenham substancialmente subestimados. Efectivamente, um estudo publicado esta semana, calcula a Taxa de Fatalidade por Infecção da doença em 1.15% para uma população envelhecida como a Portuguesa. Ora, se considerarmos que a Taxa de Fatalidade ocorrida em Abril estava nos 5%, podemos concluir que nesse período apenas estávamos a detectar cerca de 20% dos infectados. Tal cálculo permite calcular o número real de novas infecções por 100 000 habitantes em 265, e que compara favoravelmente com …

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Vendas de veículos eléctricos atingem os valor mais alto de sempre: 1943 unidades no mês em que o VW ID.3 começou a ser entregue.

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O mês de Setembro trouxe mais novidades no mercado automóvel num mês em que as vendas atingiram valores mais próximos da normalidade, num total global de 15702 veículos ligeiros de passageiros. A primeira novidade é que foi batido o recorde absoluto de vendas de veículos plug-ing e eléctricos num total de 1943 unidades. Curiosamente, todas as motorizações excepto a gasolina aumentaram as vendas. Se as vendas dos veículos eléctricos e plugin atingiu valores record, não foi o suficiente para bater o record de quota de mercado, resultado dos meses atípicos de Março e Abril. De qualquer forma, em ambos os casos, foram atingidos os 12% de quota de mercado. Em sentido oposto encontram-se as motorizações a gasolina e os híbridos. No caso da gasolina, trata-se uma redução por enquanto pontual. Mas já no casos dos híbridos, trata-se da continuação de uma tendência já iniciada em Agosto. A subida das vendas dos veículos com motorização eléctrica foi visível em todas as vertentes: totalmente eléctrico e em ambas as versões plug-in, gasóleo e gasolina. Destes, em ambas as vertentes plug-in registram recordes absolutos e vendas, e mesmo os veículos totalmente eléctricos registram o melhor resultado desde Março. E daqui vem a segunda …

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Portugal e Itália fora do topo da tabela da COVID-19. Mas por quanto tempo?

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Passaram mais duas semanas, mas é como se estivéssemos a ver o tempo a regressar a Abril. Depois da acalmia do verão, eis que a pandemia está de volta em força. Tristemente, como tinha sido previsto pelo epidemiologistas. No resto do mundo, os comportamentos divergem: No continente Americano, enquanto o número de casos aparenta estabilizar na América do Sul, nos Estados Unidos a pandemia grassa agora pelo Midwest, previamente na altura em que o presidente americano luta contra a doença. O continente Americano lidera o número de infecções per capita desde Maio. Na Oceania, os números têm agora uma tendência de descida, mas por razões diversas. Na Austrália e Nova Zelândia, medidas apertadas foram aplicadas e começam agora a ser relaxadas. Em África… África é agora uma enorme incógnita, uma vez que não é claro porque o continente não está a sofrer um aumento calamitoso do número de infeções, se excluirmos a África do Sul. O facto de que a faixa etária mais afectada ser residual neste continente, com a pouca capacidade de testagem pode simplesmente indicar que a infeção está descontrolada, mas que ninguém sabe, devido ao baixo número de vítimas fatais. Na Asia, enquanto a China resistir, os …

A segunda vaga grassa na Europa, e em Portugal os números voltaram a atingir os recordes da Primavera, mas não são comparáveis.

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podemos concluir que apenas 1 em cada 20 casos foram detectados na altura, ou de forma inversa, o norte teve vinte vezes mais casos que o números oficiais da época Parece que o tempo voltou para trás em alguns países da Europa, e não aprenderam nada desde então. Espanha regista novamente valores de transmissão da COVID-19 que eram vistos desde os desastrosos meses de Abril e Maio, e a subida não parece estar a dar qualquer sinal de abrandar. De relembrar que Espanha ocupa actualmente o 2º lugar os países com maior número de vítimas per capita da Europa, apenas atrás da Bélgica. No entanto, e por este andar, pode ser que Espanha ultrapasse a Bélgica nessa competição que achava ninguém querer vencer. Aparentemente, em Espanha discordam. No entanto, Espanha não está sozinha. França, que ocupa o 4º lugar dos países com maior número de mortes por COVID-19 per capita, também está a experiência uma subida exponencial do número de casos, embora não ainda ao nível espanhol. Na restante Europa, o cenário é todo mais ou menos sombrio: na Áustria e na República Checa são atingidos os valores mais elevados de sempre (fazendo cair o ministro da Saúde local), enquanto …

Seguindo a liderança da Europa, municípios do Norte voltam ao topo da tabela

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Mais uma semana, mais uma semana onde a Europa atinge valores não vistos deste os tempos dos picos de Espanha e Itália. Mais concretamente, o nível de propagação neste momento é praticamente o triplo daquela que ocorreu em Julho. No entanto, ao contrário dos meses trágicos de Abril e Maio, onde a pandemia grassava em países específicos, nomeadamente Espanha, Itália e Reino Unido, está agora completamente disseminada em toda a Europa. De Portugal à Roménia, só para falar de países da União Europeia, a pandemia está agora em alta em todos os países europeus, a diferença está no grau. Para dar uma ideia da gravidade da situação, países como Espanha, França, Holanda, Bélgica (o país europeu com maior número de fatalidades per capita), Irlanda ou Itália, apresentam agora os valores mais elevados dos últimos 5 meses. Ainda mais significativo é a lista de países que estão a atingir os valores mais elevados de sempre, como a República Checa, Áustria, Croácia, Bósnia, e a Dinamarca, só para mencionar alguns. Portugal parece ter aprendendo alguma coisa com a primeira vaga da pandemia, ao contrário da Espanha, que é representada pela primeira linha do gráfico acima. Apesar dos números das infecções em Portugal …

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Vendas de automóveis em Agosto: os híbridos estão em extinção

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Bem mais rápido que em Julho, os números das vendas de Agosto já chegaram, e os resultados são novamente interessantes. Em primeiro lugar assistiu-se a uma redução das entregas de veículos a clientes, como é hábito da época. No entanto, a quota de mercado dos vários tipos de motricidade não sofreu uma alteração significativa, pelo menos até se analisar com um microscópio. De facto, as vendas de veículos motorizados a gasóleo e gasolina mantêm a mesma proporção do mês passado, respectivamente de 43% e 42%, e as vendas de veículos eléctricos e plug-in subiu ligeiramente para os 9.4%, face aos 8.6% do mês passado. O tipo de motorização que vai a quota de mercado descer, foi a dos híbridos simples, que atingiu o valor mais baixo desde o início do ano, de 5.81%, segundo uma tendência que se vem repetido mês após mês. Há várias possíveis razões para este movimento: Idade da oferta actual – grande parte dos modelos híbridos correspondem a modelos há já vários anos no mercado, correspondendo maioritariamente aos modelos da Toyota, que controla mais de metade do mercado Nova oferta limitada – Apenas a Ford e a Renault estão agora a oferecer novas motorizações híbridas com …

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