Portugal e Itália fora do topo da tabela da COVID-19. Mas por quanto tempo?

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Spread the love19    14    Passaram mais duas semanas, mas é como se estivéssemos a ver o tempo a regressar a Abril. Depois da acalmia do verão, eis que a pandemia está de volta em força. Tristemente, como tinha sido previsto pelo epidemiologistas. No resto do mundo, os comportamentos divergem: No continente Americano, enquanto o número de casos aparenta estabilizar na América do Sul, nos Estados Unidos a pandemia grassa agora pelo Midwest, previamente na altura em que o presidente americano luta contra a doença. O continente Americano lidera o número de infecções per capita desde Maio. Na Oceania, os números têm agora uma tendência de descida, mas por razões diversas. Na Austrália e Nova Zelândia, medidas apertadas foram aplicadas e começam agora a ser relaxadas. Em África… África é agora uma enorme incógnita, uma vez que não é claro porque o continente não está a sofrer um aumento calamitoso do número de infeções, se excluirmos a África do Sul. O facto de que a faixa etária mais afectada ser residual neste continente, com a pouca capacidade de testagem pode simplesmente indicar que a infeção está descontrolada, mas que ninguém sabe, devido ao baixo número de vítimas fatais. Na Asia, enquanto a China …

Portugal terá atingido as 240 000 infecções em Junho, o que o coloca entre os melhores da Europa

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Spread the love67    7    Chegar à taxa de fatalidade por infecção Nas passadas duas semanas foram tornados públicos dois estudos extremamente importantes, pois pretendem responder à questão mais importante para uma pandemia cuja cura ainda nos foge: quanto mata? Um dos estudos é precisamente de um dos países europeus com maior taxa de infecções, a Suécia 1, onde é identificada a taxa de real de fatalidades na Suécia, através do cruzamento dos estudos serológicos com as fatalidades registadas. O outro vem do MIT 2 , e versa sobre uma análise global da taxa de infeção. Os resultados variam entre os 0.60% ( 95% i.c. 0.4% – 1.1%) de Estocolmo, onde os autores reconhecem que não tiveram em conta o excesso de fatalidade ocorrido na Suécia, que excede o número de fatalidades conhecidas provocadas pela COVID-19 em cerca de 30%, e os 0.68% do MIT. Para os cálculos efectuados, foram apenas usados os valores publicados até 20 de Junho. O caso mais gritante é o da França que apresenta quatro vezes mais mortes per capita que Portugal, mas divulga menos infecções que Portugal. Ora, estes valores são muito abaixo dos valores oficiais de qualquer país do mundo, mas as causas desta discrepância são bem conhecidas: Nem …

É oficial, o COVID-19 é muito mais perigoso que a gripe. A mortalidade em Nova York excede a de Itália.

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Spread the love          Agora já é oficial. Quando virem alguém comparar o Covid-19 à gripe, já podem chamar de ignorante, usar a opção “Ocultar tudo” do Facebook ou simplesmente virar as costas. No passado dia 17 a Bélgica tornou-se no país com maior taxa de mortes per capita por Covid-19. Nessa data atingiu as 42 mortes por cada 100 000 habitantes, ou 0.0042% da população total. Esse número desde então subiu para as 52 mortes ou 0.005% da população total. Este valor é fundamental porque coloca um patamar mínimo na taxa de fatalidade da Covid-19, e podemos e entendê-lo da seguinte forma: se a Bélgica tivesse atingido a imunidade de grupo, este teriam sido as fatalidades necessárias para tal ser atingido. Ora, é obvio que amanhã haverão ainda novas infecções e novas mortes, pelo que sabemos à partida que este valor está errado, mas no entanto marca o valor mínimo, que será actualizado todos os dias. Entra o estado de Nova York. Estado de Nova York regista hoje o trágico registo de 101.2 mortes por 100 000 habitantes, ultrapassando a Bélgica. Este valor é tão mais importante quando comparado com a mortalidade provocava pela gripe em todos os Estados Unidos. Ora, o gráfico é …