O contraditório de como abordar a Covid-19: a Suécia

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Spread the love38    3     Este artigo deve começar pela banda sonora, neste caso, Zeca Afonso …. A alegoria da formiga no carreiro parece ser perfeita para descrever o caso sueco e como ele é importante para todo o mundo. Há 3 forma possíveis de abordar a Covid-19: Confinamento e contenção até à chegada da vacina. A abordagem seguida pela maior parte dos países Europeus e Asiáticos mais ou menos desenvolvidos. Contenção ligeira com vista à obtenção de imunidade de grupo seguida pela Suécia. Política zigzaguiante e contraditória dos países liderados por governos populistas ou apenas incompetentes, de países como os Estados Unidos ou o Brasil. Na realidade, temos apenas duas abordagens distintas, já que não ter uma abordagem não pode ser uma abordagem 🙃. Vamos então olhar para a abordagem da Suécia de contenção ligeira: Escolas e universidades abertas Lojas e comércio mantiveram-se abertos Lares e outros centros com pessoas vulneráveis foram isolados da população geral. É neste ponto onde a Suécia manteve um nível elevado de contenção Não são obrigatórias máscaras em lugares públicos nem fechados Esta abordagem, segundo a teoria do Dr. Anders Tegnell, o arquitecto da estratégia sueca, seria mais eficaz manter a sociedade e a economia a funcionar …

É oficial, o COVID-19 é muito mais perigoso que a gripe. A mortalidade em Nova York excede a de Itália.

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Spread the love          Agora já é oficial. Quando virem alguém comparar o Covid-19 à gripe, já podem chamar de ignorante, usar a opção “Ocultar tudo” do Facebook ou simplesmente virar as costas. No passado dia 17 a Bélgica tornou-se no país com maior taxa de mortes per capita por Covid-19. Nessa data atingiu as 42 mortes por cada 100 000 habitantes, ou 0.0042% da população total. Esse número desde então subiu para as 52 mortes ou 0.005% da população total. Este valor é fundamental porque coloca um patamar mínimo na taxa de fatalidade da Covid-19, e podemos e entendê-lo da seguinte forma: se a Bélgica tivesse atingido a imunidade de grupo, este teriam sido as fatalidades necessárias para tal ser atingido. Ora, é obvio que amanhã haverão ainda novas infecções e novas mortes, pelo que sabemos à partida que este valor está errado, mas no entanto marca o valor mínimo, que será actualizado todos os dias. Entra o estado de Nova York. Estado de Nova York regista hoje o trágico registo de 101.2 mortes por 100 000 habitantes, ultrapassando a Bélgica. Este valor é tão mais importante quando comparado com a mortalidade provocava pela gripe em todos os Estados Unidos. Ora, o gráfico é …